quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Brasileiro é 2º que mais sofre golpes na web

SÃO PAULO – Mais de três quartos de todos os usuários de internet no Brasil já foram vítimas de crimes cibernéticos, como vírus de computador, fraudes online de cartão de crédito e roubo de identidade.
O dado faz parte de um relatório da fabricante de softwares de segurança Norton, apresentado nesta quarta-feira (27).
Segundo o estudo, 65% dos internautas de todo o mundo já foram afetados por golpes digitais. Entre os países em que a prática é mais comum, a China lidera, com índice que chega a 83%. O Brasil vem em segundo lugar empatado com a Índia (76%), à frente dos Estados Unidos (73%).
Apesar do risco, os internautas demonstram aceitar os crimes virtuais sem reagir. Conforme a pesquisa, apenas 3% das pessoas consideram que esse tipo de prática vai acontecer com elas, e cerca de 80% acreditam que os criminosos cibernéticos não serão levados à Justiça.
O relatório mostra ainda que 49% dos adultos afirmam que não mudariam seu comportamento caso se tornassem vítimas e que menos da metade (44%) reportou os crimes de que foram alvo à polícia.
O consultor líder em segurança cibernética da Norton, Adam Palmer, ressalta que reportar um crime cibernético é fundamental. “Todos nós pagamos pelo crime cibernético, seja diretamente ou pela transferência de custos das nossas instituições financeiras”, afirmou, em nota.
“Os criminosos cibernéticos roubam pequenas quantias propositalmente para não serem detectados, mas todos esses pequenos furtos acabam representando um grande montante. Se você não reportar uma perda, pode na verdade estar ajudando o criminoso a ficar fora do radar”.
A empresa explica que a melhor defesa contra o crime cibernético, e a melhor maneira de se proteger, é navegar pela internet com um software de segurança completo e atualizado.
 
 fonte: www.info.abril.com.br

Júlio César Pereira

PlayStation Phone pode estar a caminho

Seria esse o futuro Sony PlayStation Phone?


SÃO PAULO – A Sony pode estar perto de lançar sua versão de smartphone com características do videogame portátil PSP, permitindo uma melhor integração entre telefone e jogos.
O site de tecnologia Engadget obteve com exclusividade uma imagem do protótipo desenvolvido pela Sony e que pode chegar ao mercado ainda em 2010 ou no início de 2011.
De acordo com as informações, o aparelho roda o sistema operacional Android 3.0 (também conhecido como Gingerbread), possui processador de 1 GHz MSM8655 da Qualcomm, 512 MB de RAM, 1 GB de ROM e uma tela sensível ao toque que possui entre 3,7 e 4,1 polegadas.
O aparelho também permitirá acesso ao Sony Marketplace, loja para compra de games via download. Além disso, o dispositivo não terá suporte ao Memory Stick (que é de fabricação da Sony), oferecendo apenas uma entrada para cartões microSD.
E em vez de alavancas analógicas para controlar os games (como as existentes no PSPgo), há uma área sensível ao toque entre os botões. Procurada, a Sony preferiu não se manifestar sobre o caso.

fonte: www.info.abril.com.br


 


Júlio César Pereira

EUA encerram inquérito sobre Street View

    A Federal Trade Commission (FTC) informou em carta ao Google datada desta     
 quarta-feira que está encerrando sua investigação, sem impor penalidades





WASHINGTON - As autoridades regulatórias americanas que estavam investigando os dados recolhidos pelos carros do Google Street View decidiram encerrar seu inquérito.
A decisão cita as melhoras adotadas pela companhia de buscas a fim de integrar proteção de privacidade dos consumidores à sua estrutura empresarial.
A Federal Trade Commission (FTC) informou em carta ao Google datada desta quarta-feira que está encerrando sua investigação, sem impor penalidades. A agência apontou que o Google havia anunciado recentemente a criação do posto de diretor de privacidade, na área de engenharia e gestão de produtos, e um programa de treinamento de pessoal para a proteção da privacidade dos usuários; a empresa também adotou uma revisão formal de privacidade como parte dos estágios iniciais de novos projetos.
O Google havia admitido na sexta-feira que os carros de seu serviço Street View, em todo o mundo, haviam inadvertidamente recolhido mais dados pessoais do que a empresa havia divulgado anteriormente, e que esses dados incluem mensagens completas de e-mail e senhas.
Mas o Google garantiu à FTC que não havia usado e não usaria os dados recolhidos em qualquer produto, afirma a carta.
"Devido a esses compromissos, estamos encerrando nosso inquérito sobre o assunto", escreveu David Vladek, diretor do serviço de proteção ao consumidor da FTC.
Vladek também pediu que o Google mantenha seu diálogo com a agência com relação à privacidade dos consumidores.
O Google não comentou de imediato.
Autoridades regulatórias do Reino Unido, Espanha, França e Itália, entre outros países, abriram investigações sobre o assunto.
O anúncio surge apenas alguns dias depois que a organização de proteção à privacidade do governo canadense informou que o Google havia coligido mensagens completas de e-mail e acusou a empresa de violar os direitos de milhares de cidadãos do país.
Às 16h47 (horário de Brasília) o preço das ações do Google caía 0,42 por cento nesta quarta-feira, para 615,87 dólares, em linha com a baixa observada no mercado.

 fonte: www.info.abril.com.br







Júlio César Pereira

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O USO DAS MÍDIAS SOCIAIS NA INDUSTRIA DA COMUNICAÇÃO.

A pesquisa intitulada ‘Quelle utilisation des médias sociaux en 2010 dans l’industrie des communications?‘ foi realizada pela Université de Québec au Montréal e traz dados sobre o uso das mídias sociais no mundo das Relações Públicas e do Marketing. As duas pesquisas mesclam dados obtidos entre 2008 e 2010. Além disso, o estudo canadense comprovou que, por lá, as mulheres são a maioria nessa área. Outro dado interessante é que, apesar de as mídias socias estarem bastante presentes nos planos de comunicação, boa parte dos profissionais não se consideram preparados para entrar nesse universo igualmente desconhecido por boa parte dos clientes.

Relações Públicas

Os dados foram coletados em 2008 e 2009 e entrevistou cerca de 250 profissionais da área. A maior parte dos entrevistados tem entre 25 e 44 anos e são mulheres (73%). Quase 10% dos profissionais relataram nunca terem incorporados as mídias sociais a seus planos de comunicação, porém, quase 80% alegou que incorpora. Um dado interessante é que, aproximadamente 30% dos entrevistados disseram que trabalhavam com blogs.

Quando questionados sobre o nível de conhecimento em mídias sociais, somente 58% alegou que tinha aptidão para lidar com as novas mídias e, somente 35% disse que tinha formação acadêmica necessária para lidar com esse tipo de mídia. Quando se fala em cliente, o número de pessoas que se dizem despreparadas para lidar com estas mídias sobe para quase 70%. Uma questão interessante é que, os profissionais de Relações Públicas defendem que o trabalho com mídias sociais devem ser feitos por uma equipe interna específica (49%) e não por profissionais de comunicação das diversas habilitações (36%). O restante defendeu que essa atividade deveria ser feita por empresas de consultoria ou por institutos de pesquisas universitários.
A pesquisa ainda revelou que o uso do LinkedIn está disparado em primeiro lugar, seguido pelo RSS e pelo Twitter, que, praticamente triplicou em relação aos dados de 2008. Logo em seguida vêm os blogs, a Wikipédia e, em antepenúltimo, o Facebook. As últimas posições ficam com com os favoritos e com o MySpace. Uma outra curiosidade revelada é que 39% dos entrevistados atribuem o crescimento do uso de mídias sociais à última crise econômica.

Marketing

Os dados coletados em Janeiro deste ano foram extraídos a partir de entrevistas realizadas com 200 profissionais da área. Novamente, as mulheres dominam o mercado com 55%, mas a faixa etária que ganha destaque é de profissionais entre 35 e 44 anos (35,5%) em que, boa parte (70,5%) são empregados em alguma empresa, seja ela uma grande empresa ou uma agência de publicidade/marketing. O interessante é que, quando questionados sobre a inclusão de mídias sociais nos planos de comunicação apenas 64% disse incluir, ou seja, os profissionais de Relações Públicas utilizam mais as novas mídias com seus clientes.
Quando questionados sobre o nível de conhecimento em mídias sociais, metade alegou que tinha aptidão intermediária para lidar com as novas mídias um terço disse ser iniciante. A pesquisa ainda revelou que, boa parte dos profissionais do marketing não é constituída de heavy users, pois quase 40% deles passa somente de 1 a 2 horas por semana utilizando mídias sociais. Um dado extremamente curioso é que, diferentemente dos profissionais de Relações Públicas, cerca de 40% dos profissionais de Marketing defende que as estratégias do uso de mídias sociais deve ficar a cargo de uma pessoa/equipe interna não especializada enquanto 36% defendiam a mesma coisa, porém com uma pessoa/equipe especializada. O restante defendeu que a função deveria ficar a cargo de uma empresa de consultoria (15%) e a um profissional externo não-especialista (8%).
A pesquisa ainda revelou que o uso das mídias sociais no marketing possibilita uma visibilidade maior da empresa, e, mais uma vez, o LinkedIn lidera com 40%, em seguida vem o Twitter (25%), o RSS (20%) e os blogs (20%). Quando questionados sobre quais mídias sociais os profissionais tinham mais vontade de conhecer, o Twitter e o Mixx ultrapassaram o 50%, seguidos pelos Serviços de Bookmarking (45%), LinkedIn (40%), Blogs (35%), dentre outros como Facebook, Youtube, Fóruns, Flickr, etc. No quesito clientes, os profissionais apontaram que 44% deles estão mais abertos do que no passado para implementar o uso de mídias sociais e somente 5% continua fechado. Semelhantemente aos profissionais de Relações Públicas, os profissionais de Marketing também atribuem o crescimento do uso de mídias sociais à última crise econômica. O mais interessante é que, segundo as duas classes de profissionais, a implementação de mídias sociais nos planos de comunicação é menos do que 10% do orçamento total.

FONTE: http://www.midiatismo.com.br/2010/09/o-uso-das-midias-sociais-na-industria-da-comunicacao.html

CONCLUSÃO

FICAMOS TRISTES AO LERMOS O RESULTADO DE UMA PESQUISA FEITA COM PROFISSIONAIS DA ÁREA DE MARKETING E QUE OS MESMOS UTILIZAM APENAS 10% DO ORÇAMENTO TOTAL PARA MÍDIAS SOCIAIS, FORA A FALTA DE INFORMAÇÕES DESSES PROFISSIONAIS SOBRE UM ASSUNTO QUE ESTÉ CRESCENDO FEITO UMA AVALANCHE, EMPRESAS BUSCAM CADA VEZ MAIS INTERAÇÃO E INTEGRAÇÃO COM SEUS USUÁRIOS E CLIENTES, E PARA QUE ISSO ACONTEÇA, TEM QUE TER PESSOAS ESPECIALIZADAS EM MÍDIAS SOCIAIS E QUE SAIBAM VERDADEIRAMENTE DO QUE ESTÃO FAZENDO.
CABEÇA ABERTA, ESTA É A SOLUÇÃO.

ATT RONALDO

CASE FIAT NAS MÍDIAS SOCAIS.

Sua marca é líder de vendas no país, em um semestre que registrou o recorde histórico de vendas de carros. Aí, a marca resolve fazer uma megacampanha para lançar a nova geração de um de seus clássicos carros populares. Perfis em redes sociais, fotos aqui e ali, e até uma “entrevista coletiva” via Formspring. O que poderia dar errado? A resposta vem em três palavras: falta de preparo. A cada dia, pipocam novos anticases de tratamento a consumidores nas redes sociais. Eu mesmo já fui chamado de “mentiroso” pela KingHost. E nesta quarta (5), quem resolveu entrar para esse time nada agradável foi a Fiat.
No lançamento de sua campanha do @novofiatuno, a Fiat passou a responder perguntas dos consumidores no Formspring. Foram mais de 5.400 perguntas enviadas em nove dias, e tudo ia bem até que algum “profissional” com total falta de tato e bom senso resolveu jogar toda uma campanha no lixo.
Não bastasse o fato de não responder adequadamente a pergunta, não explicando porque não se produzem carros cor de rosa, o responsável pelo “grupo Happy Hour” ainda alfinetou a torcida do São Paulo – que é apelidada por torcedores adversários de “bambi”. Se uma pessoa comum faz uma provocação a um clube ou fiéis de uma religião, teoricamente isso não importa para o mercado. Agora, quando uma marca expõe isso num canal oficial de comunicação, o efeito é desastroso.
Em minutos, criou-se um buzz negativo muito forte para a Fiat, sendo tachada até de homofóbica. Ao atribuir um estereótipo a uma das maiores torcidas do país – justamente a que mais cresce entre os jovens, que por sua vez, são os que mais usam redes sociais – a montadora italiana dá um tiro no pé difícil de cicatrizar. Quer dizer então que gays não compram carros? Ou pior, não existem compradores para carros cor de rosa, independentemente de suas opções sexuais? Acreditem: há mercado para todos na era digital. Há até uma rede social para criadores de chinchilas com mais de 5 mil membros. E em tempos onde explorar nichos é o que as empresas bem-sucedidas fazem, a Fiat foi na contramão, com o perdão do trocadilho.
Mais uma vez, uma piadinha relacionada a um clube de futebol paulista. A provocação desta quarta já foi uma ofensa direcionada a 11 milhões de torcedores, e nesse caso, mais 8 milhões de potenciais compradores palmeirenses ganharam sua cota de piada de péssimo gosto. E o pior: torcedores de um clube patrocinado pela Fiat. Será que a montadora resolveu fazer como a Locaweb? Ou teria contratado o ex-executivo Alex Glikas, que fez provocações ao mesmo São Paulo, quando a empresa patrocinava o clube?
Quando os consumidores começaram a reclamar, a Fiat se calou por horas. Não twittou, ignorou perguntas no Formspring, não respondeu e-mails e retirou seu site do ar no início da noite. Limitou-se a um esclarecimento mínimo:
Mais do que demitir os responsáveis pelas brincadeiras inoportunas, a Fiat e sua agência de mídias sociais devem corrigir os erros oferecendo a tal pintura cor de rosa, ainda que como opcional. É o primeiro passo para se redimir. Mais que bom monitoramento de marca, é preciso ter cuidado ao selecionar quem cuida dela nas redes sociais. Ou então se preparar para marcar “Uno” belo Gol. Contra.

FONTE: http://midiassociais.blog.br/2010/05/07/case-fiat-nas-midias-sociais/

CONCLUSÃO

UMA EMPRESA DE GRANDE PORTE IGUAL QUE NEM A FIAT NÃO PODE DEIXAR UM "PROFISSIONAL" COMO ESSE CUIDAR DAS REDES SOCIAIS, MUITAS VEZES UMA FALA ERRADA NUMA CAMPANHA DE LANÇAMENTO, MANDA PARA O "BELELEU" TODO O PLANEJAMENTO E AINDA PODE ACABAR TAMBÉM COM AS VENDAS DO NOVO CARRO. OS VÁRIOS MILHÕES DE TORCEDORES DO SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE DEVEM E PODEM SE SENTIR OFENDIDOS, E SE EU FOSSE UM TORCEDOR DO SÃO PAULO, NÃO COMPRARIA O CARRO. FIAT, TOME CUIDADO.

ATT RONALDO

CAMISETERIA: UM CASE DE MUITO SUCESSO NAS MÍDIAS SOCIAIS.

Atualmente, são muitas as empresas que buscam nas mídias sociais uma alternativa para potencializar seu negócio. A eficiência disso se comprova nos resultados. Uma das mais famosas lojas de camisetas do país aderiu a essa tática e apostou na interação através da Web 2.0 para conquistar seus clientes. Todo o processo desta empresa está diretamente ligado a interação com os clientes. O Camiseteria não é uma loja normal, ela é “web 2.0” desde a confecção até o atendimento ao cliente. Tudo começa na Comunidade Virtual do Camiseteria que permite que o internauta envie designs de estampas de autoria própria para serem votadas por outros usuários no site da empresa. As mais votadas pelo público saem do computador e vão direto para a loja virtual. O autor da estampa escolhida recebe um prêmio em dinheiro e ainda ganha créditos no Camiseteria. Assim, o cliente deixa de ser apenas consumidor e passa a fazer parte também da produção da Camiseta que vai vestir. A experiência de compra também é diferenciada. Os clientes são modelos do Camiseteria no site da loja. Eles enviam fotos vestindo o produto adquirido na comunidade virtual da empresa e se essa foto for aprovada, o cliente recebe R$2 em créditos para próximas compras além de ver sua imagem publicada no site da sua loja favorita.
A entrega do produto é um detalhe a parte, o Camiseteria mantém seu padrão estilizado e envia para o cliente sua compra com um cuidado especial. A embalagem única, estampada no estilo da loja, trazendo balinhas confeccionadas da marca “Camiseteria” presenteia o consumidor com uma atenção exclusiva que ele não está acostumado a receber nos negócios que fecha por aí.
Além de tudo isso, o Camiseteria ainda mantém um blog que serve como um espaço em que o consumidor pode ter acesso às novas estampas das camisetas e outras informações da loja e um Twitter que responde reclamações e sugestões e divulga, com exclusividade, as futuras promoções.
Toda essa satisfação foi gerada a partir de um mecanismo simples de interatividade com o consumidor da Camiseteria. Usando as ferramentas que as mídias sociais oferecem, ficou fácil divulgar os produtos da loja e criar no cliente a satisfação de sentir-se parte da marca que consome.
Com toda essa estratégia focada no cliente, o Camiseteria conseguiu o que poucas empresas conseguem: uma mídia espontânea de divulgação para seu produto. Diogo Azevedo é blogueiro e decidiu, espontaneamente, fazer um review do Camiseteria, publicando um post exclusivo sobre sua experiência com a marca. No texto, relata sua satisfação com o tratamento que recebeu da empresa, ressaltando sua preocupação com o cliente e rapidez de entrega dos produtos. Divulgou, inclusive, fotos das camisetas e embalagens da loja, para ilustrar o diferencial da Camiseteria.
Manter o foco da empresa no cliente é o conselho de muitos administradores para que um negócio dê certo. No caso da Camiseteria, a aplicação desse princípio aliada às mídias sociais resultou no sucesso da marca.

FONTE: http://www.directlabs.com.br/camiseteria-um-case-de-sucesso-nas-midias-sociais

CONCLUSÃO

A CAMISETEIRA SOUBE TRABALHAR E TRABALHA COM MUITA EFICIÊNCIA A INTERAÇÃO COM O SEU USUÁRIO, DANDO POSSIBLIDADE PARA ELES MANDAREM OS SEUS ARQUIVOS PARA O SITE EM UMA DISPUTA DEMOCRÁTICA.
COM A COMUNICAÇÃO SENDO BEM FEITA ELA CONSEGUIU ATÉ QUE OS SEUS USUÁRIOS DIVULSSEM DE FORMA ESPONTÂNEA, MOSTRANDO QUE A CAMISETERIA CONSEGUIU TAMBÉM A FIDELIZAÇÃO DOS SEUS CLIENTES E USUÁRIOS.

ATT RONALDO

USAR REDES SOCIAIS PARA FALAR MAL DO CHEFE PODE DAR JUSTA CAUSA.

O QUE VOCÊ ANDA FAZENDO? NO QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO AGORA? PERGUNTAR NÃO OFENDE. RESPONDER... PODE CUSTAR O EMPREGO. E OS ADVOGADOS TRABALHISTAS ALERTAM: INTERNAUTAS PRECISAM TOMAR MAIS CUIDADO COM O USO DAS REDES SOCIAIS. EM UMA PESQUISA SIMPLES NO ORKUT, É POSSÍVEL ENCONTRAR DIVERSAS COMUNIDADES DEDICADAS A FUNCIONÁRIOS QUE RECLAMAM DOS PATRÕES: "EU ODEIO O MEU CHEFE", "MEU CHEFE PENSA QUE SOU MAGAIVER", "MEU CHEFE É UMA MALA SEM ALÇA" SÃO ALGUNS DOS EXEMPLOS. NO TWITTER, SÃO COMUNS POSTAGENS COMO "DAR TIRADINHAS NO MEU CHEFE ME FAZ GANHAR O DIA", OU "TENHO QUE AGUENTAR O CHATO DO FILHO DO MEU CHEFE".]
UMA DAS INTERNAUTAS POSTOU: "NOS ÚLTIMOS, MEU CHEFE RESOLVE ME DAR TRABALHO! PODE XINGAR MUITO NO TWITTER?". A RESPOSTA É NÃO. UAM UMA DECLARAÇÃO IRRESPONSÁVEL NO MUNDO VIRTUAL PODE TRAZER CONSEQUÊNCIAS BEM REAIS. O ARTIGO 482 DA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS TRABALHISTAS (CLT) PREVÊ A DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA EM CASO DE "LESÃO DA HONRA OU DA BOA FAMA CONTRA O EMPREGADOR E SUPERIORES HIERÁRQUICOS, SALVO EM CASO DE LEGÍTIMA DEFESA, PRÓPRIA OU DE OUTREM".
SEGUNDO O ADVOGADO TRABALHISTA CRISTIANO CARNEIRO, DEPENDENDO DO TEOR DA OFENSA, A PUNIÇÃO DE UMA LISTA ADVERTÊNCIA AO DESLIAGAMENTO DO FUNCIONÁRIO SEM NENHUM DIREITO RESCISÓRIO. "TUDO DEPENDE DA INTENSIDADE E DA FORMA QUE O FUNCIONÁRIO SE EXPRESSA". CASO A OFENSA SEJA DIRETA, CONTENDO O NOME DO SUPERIOR E ATÉ MESMO O DA EMPRESA, O EMPREGADO PODE SER PROCESSADO POR CALÚNIA E DIFAMAÇÃO.
"O APELO É MUITO FORTE. A PRÓPRIA FERRAMENTA TE INCITA A DESPEJAR ALGUM TIPO DE SENTIMENTO E AS PESSOAS NÃO SABEM CONTROLAR A PRIVACIDADE DAS REDES", EXPLICA SUZANA COHEN, ESPECIALISTA EM MÍDIAS DIGITAIS. "FAZER ISSO, NOS DIAS DE HOJE, É UMA INGENUIDADE. SE O FUNCIONÁRIO ESTÁ EM UMA REDE SOCIAL, O CHEFE DELE PODE ESTAR TAMBÉM. XINGAR O CHEFE NA INTERNET É PRATICAMENTE O MESMO QUE XINGAR PESSOALMENTE. É O RISCO DA SUPEREXPOSIÇÃO", EXPLICA CARNEIRO.
SEGUNDO IVAN WITT, SÓCIO DA STEER RECURSOS HUMANOS, É PRECISO TER CRITÉRIOS NA UTILIZAÇÃO DAS REDES E ANALISAR QUAL É O OBJETIVO COM AS POSTAGENS IDEAIS. "NÃO É PORQUE A INTERNET É UM CAMPO ABERTO, QUE SE DEVA ABASTECER UMA PÁGINA COM QUALQUER TIPO DE INFORMAÇÃO", ALERTA.

FONTE: JORNAL O TEMPO

CONCLUSÃO

MÍDIAS SOCIAS: UMA PLATAFORMA ONDE AS PESSOAS A UTILIZAM PARA SE EXPRESSAREM E INTERAGIRAM ENTRE SI.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO: É O DIREITO DE MANIFESTAR LIVREMENTE OPINIÕES, IDÉIAS E PENSAMENTOS.
AS PESSOAS CONFUNDEM MUITO ESSE DOIS SIGINIFICADOS ACIMA, A MÍDIAS SOCIAL É LIVRE PARA TODOS USAREM, MAIS É TUDO QUE TUDO QUE SE DEVE FAZER OU FALAR QUANDO SE USUFRUI DESSAS MÍDIAS.
CONCORDO COM A LEI DE QUE O FUNCIONÁRIO PODE SER DEMITIDO FAZENDO O MAL USO DAS REDES SOCIAIS DENEGRINDO A EMPRESA EM QUE TRABALHA. DO MESMO MODO QUE AS EMPRESAS HOJE EM DIA UTILIZAM AS MESMAS PARA RECRUTAREM NOVOS FUNCIONÁRIOS ELES PODEM FAZER O DESLIGAMENTO DO FUNCIONÁRIO.

ATT RONALDO

Não há verdade que dure o bastante para que se torne absoluta.

O pensamento crítico é necessário para que não sejamos apenas expectadores da vida em sociedade; precisamos participar, mesmo se for de forma simples, pois toda intervenção cria um diferencial, um novo poto de vista. O batalhão de informções que nos chega a todo momento precisa ser digerida de forma crítica.

Quem sou eu

Minha foto
Somos estudantes do curso Comunicação e Marketing pela Faculdade Promove.

Seguidores

Tecnologia do Blogger.

Flickr